terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sugestão de leitura, lista de obras que devem ser lidas

- Daniel Pennac. Como um romance. Rocco.
Ajuda quem quer aprender a ler e a quem quer motivar outros a ler.

- Miguel de Cervantes. D. Quixote.
Eterno. As aventuras inesquecíveis de dois amigos tão diferentes entre si. Indicado para os sonhadores, que se tornarão mais realistas, e para os realistas, que se tornarão mais sonhadores.

- Sófocles. Prometeu acorrentado, Édipo-rei e Antígona.
Insubstituíveis, imperdíveis, definitivas.

- Jonatham Swift. As viagens de Gulliver.
Através de uma história fantástica, o autor capta características marcantes da natureza humana. Indicado para os que não gostam de advogados.

- J. R. Tolkien. O senhor dos anéis. Martins Fontes.
A imaginação em alta rotação. Para quem gosta de começar e não parar mais de ler.


- Edgar A. Poe. Contos.
Um mestre e um monstro sagrado a ser devorado.

- Júlio Verne. A volta ao mundo em oitenta dias.
Não só esta, mas todas as obras do escritor francês incitam a imaginação.

- Saint-Exupéry. O pequeno príncipe. Agir.
Ainda, sempre, para crianças, e sobretudo para adultos.

- Ariano Suassuna. O auto da compadecida.
Vale a pena ler. E reler.

- João Guimarães Rosa. Sagarana e Grande-sertão: veredas. Nova Fronteira.
Criador audacioso da literatura brasileira, cuja forma literária sofisticada ressuma a percepção dos dramas humanos.

- José de Alencar. Lucíola. Ática.
Um livro tipicamente romântico, em que o amor e a pureza, as paixões e os interesses mesquinhos se articulam no estilo clássico do escritor nordestino.

- José J. Veiga. A hora dos ruminantes.
Realismo fantástico brasileiro.

- Murilo Rubião. Contos.
Outro realista fantástico brasileiro.


- Orígenes Lessa. O feijão e o sonho.
Pequena obra-prima sobre a contínua “briga” entre os poetas e as pessoas práticas.

- Maria José Dupré. Éramos seis. Ática.
Obra repleta de humanismo. Para quem quer chorar.

- Clarice Lispector. A hora da estrela. Nova Fronteira.
Pungente, mostra a grandeza escondida de cada pessoa humana na figura de uma nordestina que nasceu “sem anjo da guarda”.

- Fernando Pessoa. Poesia.
Genial, contraditório, polifacético.

- Mario Quintana. Poesia.
Mario Quintana permanece como o poeta da simplicidade complexa.

- Carlos Drummond de Andrade. Poesia.
Apesar do pessimismo auto-corrosivo que percorre a maior parte dos seus poemas é, sem dúvida, o maior poeta brasileiro.


- Jostein Gaarder. O mundo de Sofia. Cia. das Letras.
O ovo de colombo, a história da filosofia contada com simplicidade e originalidade.

- Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. José Olympio.
Para conhecer o país em que vivemos.