terça-feira, 4 de agosto de 2009

Dicas






Essas dicas foram publicadas na Folha de S. Paulo e podem ajudar bastante na hora de uma pesquisa no Google. Confere:

1. Aspas - Para buscar uma frase exata, use aspas. Assim, os resultados terão a expressão que você procura com as palavras na mesma ordem em que você as digitou. Uma pesquisa por "Nossa Senhora Aparecida", entre aspas, retorna resultados mais precisos do que a busca sem esses sinais gráficos.
2. Exclusão - Use o hífen antes de um termo para excluí-lo dos resultados da pesquisa.Se você quer encontrar referências a Pelé que não contenham a palavra Santos, por exemplo, basta procurar por Pelé -Santos.
3. Asterisco - Um asterisco indica a falta de uma expressão. Suponha que você tenha esquecido uma das palavras que compõem um ditado popular. Busque, entre aspas, "em casa de * o espeto é de pau". Nos resultados, você encontrará referências à frase com o termo ausente (ferreiro).
4. Tipo de arquivo - O Google é capaz de encontrar conteúdo dentro de documentos hospedados na rede em formatos como Word (DOC) e Excel (XLS). Basta usar o operador filetype, seguido de dois pontos e da extensão do arquivo, sem espaços.
Para encontrar, em PDF, o texto de "Dom Casmurro", de Machado de Assis, faça uma busca por Machado de Assis Dom Casmurro filetype: pdf.
5. Site específico - Dá para fazer uma busca com resultados que se restrinjam a apenas um site. Para encontrar referências a Pablo Picasso no UOL, por exemplo, procure por Pablo Picasso site: www.uol.com.br.
6. Pesquisa avançada - Clicando no link Pesquisa avançada na página inicial do Google, você tem acesso a uma série de opções, como restrições a resultados em apenas certos idiomas ou de sites de determinado país. Nessa página, você pode fazer buscas

estudar faz bem à saúde




César Cielo adverte:

Estudar faz bem à saúde... César Cielo concorda, e por isso nunca abandonou os livros.
Faça como o campeão olímpico e recordista mundial



Muitas pessoas, sejam elas crianças, jovens ou adultos, relacionam os benefícios dos estudos apenas com resultados de curto prazo, como a obtenção de boas notas nas avaliações escolares. Mas pesquisadores do mundo todo vêm, não de hoje, tentando provar que o hábito de estudar pode trazer vantagens para o resto da vida, refletindo inclusive na nossa saúde. Um estudo realizado pelas universidades norte-americanas Harvard e Princeton revelou recentemente que as pessoas que passam maior tempo na escola vivem mais, independentemente da classe social. A pesquisa, que estudou dados de 200 milhões de americanos, concluiu que cada ano a mais de estudo possibilita sete meses adicionais de vida. Quando compara um universitário com um adulto que nunca freqüentou escolas, a pesquisa traz resultados impressionantes: aquele que carrega um diploma de ensino superior vive cerca de oito anos a mais. Saber que a Educação influencia na expectativa de vida (até mais do que outros fatores, como sexo, raça e renda, como constatou a pesquisa americana) leva qualquer pessoa a acreditar, definitivamente, na importância dos estudos ao longo de toda a vida.

O jovem nadador Cesar Cielo, campeão olímpico em Pequim nos 50m livre e campeão mundial nos 100m livre, está certo de que "estudar é fundamental para estar sempre informado dos assuntos e para treinar a memória". Aos 22 anos, cursando Comércio Exterior, da Universidade Auburn, nos Estados Unidos, ele garante que nem mesmo o esporte conseguiu afastá-lo dos estudos. Cielo nada desde os oito anos. E sempre foi um aluno aplicado, ostentando boas notas. "Eu tomei gosto pelo estudo quando percebi que ele poderia me levar a descobrir muitas coisas. Então, eu comecei a querer sempre mais, até que estudar se tornou uma diversão pra mim".


Qual a importância de estudar sempre?
Estudar sempre fez parte da minha vida. Acho que é fundamental para estar sempre informado dos assuntos e também para treinar a memória.


Como relaciona o gosto pelos estudos com a carreira de sucesso nos esportes?
Uma coisa complementa a outra. Estudar sempre fez e faz parte da minha vida.

Quais são seus planos para o futuro?
Pretendo continuar um bom tempo ainda nadando e terminar a faculdade.

O que o fez tomar gosto pelos livros?
Por meio da leitura a pessoa viaja sem sair de casa, tem a capacidade de transformar qualquer momento em realidade. A leitura nos faz sonhar, nos faz pensar. Ao final de cada livro, de cada leitura, aumentamos nosso repertório de idéias, a criatividade é estimulada e também é um ótimo exercício mental.

Que livro você gostou quando mais novo?
Lembro da coleção Os Karas, de Pedro Bandeira, em especial o livro "A droga da obediência".

A participação dos pais nos estudos dos filhos pode despertar um interesse maior pela educação?
Eu acho que sim, a participação dos pais tem ligação direta com o aumento de interesse dos filhos pela leitura e educação. Eu cresci vendo meu pai e minha mãe sempre estudando, lendo, meu pai é médico e minha mãe professora de Educação Física, os dois continuam estudando até hoje, não tem como isso não me influenciar.

Segundo a mãe, ele sempre foi CDF e nada desde os 8 anos de idade.

FOTOS: AGÊNCIA ARGOS/DIVULGAÇÃO E SATIRO SODRE

Sugestão - A menina que roubava livros



Markus Zusak






Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas, ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

Fonte: www.submarino.com.br (2008)